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quarta-feira, 24 de abril de 2019

BOA NOTÍCIA: Empresa Simples de Crédito pode injetar R$ 20 bilhões por ano nos pequenos negócios


A criação da Empresa Simples de Crédito (ESC) pode injetar R$ 20 bilhões, por ano, em novos recursos para os pequenos negócios no Brasil. Isso representa um crescimento de 10% no mercado de concessão de crédito para as micro e pequenas empresas (MPE), que em 2018 alcançou o montante de R$ 208 bilhões. De acordo com estimativa do Sebrae, esse resultado deve ser alcançado no momento em que as primeiras 1 mil ESC entrarem em atividade. A lei que cria a Empresa Simples de Crédito será sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (24), em Brasília. 
O objetivo com a criação da ESC é oferecer aos microempreendedores individuais e às micro e pequenas empresas uma alternativa de crédito mais barata e de fácil acesso. Pesquisa realizada pelo Sebrae, em 2018, mostrou que, para 51% dos donos de pequenos negócios, a redução dos juros seria a principal medida para facilitar a tomada de empréstimos, enquanto que, para 17%, a diminuição da burocracia seria outra maneira que aproximaria o setor dos bancos. Com a efetivação da ESC, a tendência é que seja ampliada a competição com os bancos, assim como a oferta de financiamento onde as grandes instituições bancárias não atuam. 
O projeto de Lei que criou a figura da Empresa Simples de Crédito foi construído e articulado pela Frente Parlamentar Mista das MPE, com o apoio do Ministério da Economia, o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e o Banco Central do Brasil. 
Além de injetar mais recursos na economia do país e diminuir a concentração bancária, a estimativa é que a Empresa Simples de Crédito deve provocar a redução da taxa de juros média para os pequenos negócios, que atualmente é de 44% ao ano - quase o dobro do que é praticada para as outras modalidades de pessoa jurídica. Outro resultado que é esperado com a ESC é a geração de novos empregos, com a promoção do desenvolvimento territorial e distribuição de renda nas cidades e nas regiões vizinhas. 
Tira-dúvidas 
O que é a Empresa Simples de Crédito?
É uma empresa que atuará no mercado local emprestando para micro e pequenas empresas. A pessoa física abre uma ESC na sua cidade para emprestar dinheiro para pequenos negócios, como cabeleireiros, mercadinhos, padarias. Mas essa empresa que foi aberta não é banco e não pode usar o nome de instituição financeira.  
Como vai funcionar a ESC?
Sua região de atuação está limitada ao munícipio sede e aos municípios limítrofes. A fonte de receita é, exclusivamente, oriunda dos juros recebidos das operações realizadas. O volume de operações da ESC está limitado ao seu capital social, ou seja, ela só pode emprestar com recursos próprios. 
Qualquer pessoa física pode abrir uma ESC?
Sim, mas cada pessoa física pode participar de apenas uma ESC e não são permitidas filiais. A ESC pode ser uma empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI), empresário individual ou sociedade limitada. 
Como será a tributação da ESC?
O regime de tributação será pelo Lucro Real ou Presumido, não podendo, portanto, enquadrar-se no Simples. A receita bruta anual não pode ser superior a R$ 4,8 milhões, vedada a cobrança de encargos e tarifas. 
E como vai funcionar na prática?
As partes farão um contrato, ficando uma cópia com cada parte interessada (a ESC e a empresa tomadora do crédito). A movimentação do dinheiro deve ser feita apenas por débito ou crédito em contas de depósito, em nome da ESC e da pessoa jurídica contratante. A ESC poderá usar a alienação fiduciária (transferência feita por um devedor ao credor). As operações precisam ser registradas numa entidade registradora autorizada pelo Banco Central ou pela Comissão de Valores Mobiliários. 
Quais serão os benefícios da ESC para os pequenos negócios?
A ESC deve reduzir a taxa de juros para os pequenos negócios. Atualmente a média é de 40% a.a. Também deve injetar R$ 20 bilhões de crédito por ano para as pequenas empresas, considerando o surgimento de 1.000 ESCs. Isso representa 10% de aumento do mercado de crédito para MPE, que recebeu, em 2018, o montante de R$ 208 bilhões em crédito, segundo o BCB. Por fim, por ser um mecanismo de financiamento de caráter local/regional, a ESC poderá estimular a geração de emprego e renda nos municípios brasileiros, promovendo o desenvolvimento territorial. 
Um retrato dos pequenos negócios no Brasil
• Representam 99% (14 milhões) do total de empresas privadas.
• Empregam 55% do total de postos com carteira assinada.
• São responsáveis por 27,5% do PIB.
• 4 4% da massa salarial paga pelas empresas. 
Fonte: Sebrae e Ministério da Economia

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BOA NOTÍCIA: SUS ofertará medicamento para tratar AME

Audiência na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal e anúncio da incorporação do Spinraza. Brasília, 24/04/2019. Foto: Erasmo Salomão/MS


As pessoas que vivem com a doença rara Atrofia Muscular Espinhal (AME), tipo 1, os mais presentes no país, terão à disposição no Sistema Único de Saúde (SUS) o medicamento Nusinersen (Spinraza). O insumo, único no mundo recomendado para o tratamento de AME, passa a ser incorporado, nesta quarta-feira (24), pelo Ministério da Saúde. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante audiência no Senado Federal. Os demais subtipos da doença estão sendo analisados dentro de um novo modelo de oferta de medicamentos para os pacientes portadores da doença, o chamado compartilhamento de risco.

“Estamos tentando diminuir o custo do nosso SUS. Com a incorporação vamos reduzir o valor do medicamento em relação aos pedidos judiciais. É o primeiro passo para o tipo 1. Conseguimos avançar, também, nas situações que ainda não temos recomendação. Vamos para protocolos e para o nosso primeiro compartilhamento de risco. Vamos construir juntos e tenho certeza que a gente vai vencer”, destacou o ministro Luiz Henrique Mandetta.

A previsão é que o fármaco esteja disponível em centros especializados em até 180 dias, conforme determina a legislação. O tratamento consiste na administração de seis frascos com 5 ml no primeiro ano e, a partir do segundo ano, passam a ser três frascos. A medida teve como base diversos estudos que apontam a eficácia do medicamento na interrupção da evolução da AME para quadros mais graves e que são prevalentes na maioria dos pacientes.

O Ministério da Saúde também estuda a incorporação do Spinraza na modalidade compartilhamento de risco, o que incluiria também outros subtipos da doença: o tipo 2 (início dos sintomas entre 7 e 18 meses de vida) e o tipo 3 (início dos sintomas antes dos 3 anos de vida e 12 anos incompletos). Neste formato, o governo só paga pelo medicamento se houver melhora da saúde do paciente. Assim, ao mesmo tempo em que os pacientes fazem uso do medicamento, deverão ser acompanhados, via registro prospectivo, para medir resultados e desempenhos, como evolução da função motora e menor tempo de uso de ventilação mecânica. Atualmente, há negociações de acesso e reembolso do fármaco em 42 países, como França, Itália e Reino Unido.

Fonte: Ministério da Saúde


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segunda-feira, 12 de março de 2018

Lei aprovada no Congresso quer acelerar processo de adoção tardia


Principal entrave no processo de adoção é o fato de famílias ainda preferirem bebês

Por Marquezan Araújo

Para a chegada de um filho à família, pais biológicos esperam cerca de 270 dias (nove meses), desde o início da gravidez da mãe. No entanto, pessoas que desejam adotar uma criança têm que passar por um longo processo e, às vezes, esperam anos para recebê-la no novo lar.

Para acelerar esse procedimento, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei (PLC 101/2017) que, entre outras coisas, trata de dar agilidade ao processo de adoção, priorizando grupos de irmãos, que normalmente já são crianças maiores. De acordo com a relatora da matéria, senadora Marta Suplicy (MDB-SP), o objetivo é acabar com a angustia dessas crianças que ficam na fila, na esperança de conhecer a nova família.

“Essas crianças gostariam de ter um lar, mas é tanta burocracia que elas não conseguem ser adotadas. 20% dessas crianças têm possibilidade e estão no Cadastro Nacional, mas demora tanto tempo e a criança fica lá e ela cresce nesse período. Ela cresce e, depois, perde a oportunidade de ser adotada porque, infelizmente, as pessoas querem adotar crianças bem pequenininhas”, explica a parlamentar.

Um dos pontos do projeto estabelece que, após o estágio de convivência de 90 dias, o processo tenha até 120 dias para ser concluído, caso os pais decidam ficar com a criança. Esse prazo só poderá ser prorrogado uma vez.

O estágio de convivência é aquele período de integração entre os pais que vão adotar e a criança que vai ser adotada. E, até então, não existia um tempo determinado para ele, ficando a critério da avaliação judicial.

No Brasil, crianças maiores têm mais dificuldades de serem adotadas. Os mitos em torno disso levam as pessoas a acreditarem que terão problemas adotando uma criança com idade a partir de três anos, por exemplo. Porém, o Arquiteto Túlio Gomes, de 48 anos, não enxerga isso como um impedimento para dar uma chance a alguém que só deseja o carinho e atenção de uma família.

“Eu prefiro que seja uma adoção tardia para dar oportunidade para quem tem mais dificuldade. Tudo é possível com amor. Você precisa se entregar e unir essa criança, porque ela também precisa de um tempo para formar esse laço contigo”, avalia.


Túlio mora em Brasília, é solteiro e conta que perdeu o pai em 2010. A partir de então, ele pensou na possibilidade de agregar outra pessoa à família para dar e receber afeto. “A minha família ficou só eu e minha mãe. Então ela ficou muito curta e eu parei para analisar: porque não oportunizar a vida de uma criança também? Eu sempre tive vontade de ser pai e eu acho que essa é a grande oportunidade”, diz.


De acordo com o supervisor da Seção de Adoção da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes, a diferença da quantidade de pais que querem adotar e de crianças que preenchem todos os requisitos para serem adotadas é muito expressiva. Em todo o país, a relação é de aproximadamente 40 mil famílias para 8 mil crianças. Na avaliação de Gomes, o maior problema em achar uma nova família para essas crianças, de fato, é a dificuldade de flexibilizar o perfil exigido pelos pretendentes, como por exemplo, o de uma criança mais velha.

“A grande maioria das famílias que se habilita para adoção prefere crianças de 0 a, no máximo ,3 anos de idade. Porém, dos disponíveis para serem adotados, a maior parte se trata de adolescentes e pré-adolescentes que estão espalhados em dezenas de instituições de acolhimento, aguardando com muito anseio, muito desejo a oportunidade de passarem a fazer parte de uma família verdadeiramente afetiva”, comenta Gomes.

Caso você tenha interesse em conhecer o processo de adoção e queira realizar o sonho de uma criança mais velha de ter um lar, o grupo Aconchego está de portas abertas para te orientar. Para mais orientações, preencha este formulário.

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

BOA NOTÍCIA: Alimentos têm maior queda de preços da história Seu bolso

Diante de uma safra recorde, preço de itens importantes caiu e a inflação dos alimentos registrou a maior queda em 40 anos


Comer, no Brasil, está mais barato. Até outubro, a inflação dos alimentos caiu 4,56%, um recorde da série histórica. Isso quer dizer que em nenhum outro momento de mensuração desse indicador os preços de produtos consumidos em casa registraram uma queda de preços tão forte. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todo mês, a instituição sai às ruas para avaliar quanto subiu ou caiu o preço de uma série de itens importantes para o brasileiro.

Parte dessa queda é explicada pela supersafra deste ano. Segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2016/2017 colheu 232,63 milhões de toneladas de grãos. Isso, na prática, significa uma maior oferta de arroz e feijão, por exemplo. A ração dos animais também ficou mais barata, o que reduziu o preço de carnes.

Entre os itens que ficaram mais baratos se destacam alguns que são importantes na mesa das famílias brasileiras. O feijão carioca, um dos mais consumidos no País, caiu 36,86% no ano. Se um saco de feijão custasse R$ 8 no início do ano, com essa queda, ele ficou mais barato e passou a ser comprado por R$ 5,05.

Tradicional, saudável e barato

O prato mais tradicional no País também ficou mais em conta no ano. Além do feijão, o arroz caiu 9,97%; o contra-filé ficou 6,71% mais barato. Para quem prefere o frango a carne bovina, o preço da proteína da ave caiu 9,93%.
Fonte: Portal Brasil, com informações do IBGE e da Conab

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

BOA NOTÍCIA: Pesquisa financiada pela Facepe descobre substância que inibe Zika vírus

imagem reprodução

Uma nova descoberta de cientistas da Fundação Oswaldo Cruz de Pernambuco (Fiocruz-PE), financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe), revelou uma substância com capacidade de bloquear a produção do Zika vírus em células epiteliais e neurais.

A investigação da substância começou há um ano e contou com investimentos de R$ 153 mil da Facepe (entre despesas de custeio e bolsas para estudantes envolvidos no projeto). A pesquisa foi contemplada no edital 004/2016 de apoio emergencial para estudo do Zika vírus, dentro do âmbito de estudos e pesquisas para políticas públicas estaduais da Fundação. O edital teve valor global de R$ 3 milhões, com recursos da Secretaria Estadual de Saúde (R$ 2 milhões) e da Facepe (R$ 1 milhão), contemplando 21 pesquisas em diversos estágios de desenvolvimentos.

O presidente da Facepe, Abraham Sicsú, destacou o esforço do Governo do Estado em manter o orçamento da Fundação direcionado ao desenvolvimento de pesquisas com temas prioritários para Pernambuco. “A maior incidência de casos da microcefalia ocorreu em Pernambuco e foi aqui também que as primeiras pesquisas já apontaram a relação com o Zika. Isso mostra o nível de comprometimento e preparo de nossos pesquisadores. A Facepe, em parceria com a Secretaria de Saúde, em rápida resposta ao cenário, destinou recursos necessários para ajudar nessas pesquisas”, explicou, acrescentando que estamos presenciando pesquisas com resultados concretos e que vão contribuir, no futuro, para o controle desses casos de microcefalia.

O edital teve como objetivo apoiar atividades de pesquisa científica, para concessão de apoio financeiro a projetos que visam o desenvolvimento de evidências científicas, que permitam o diagnóstico rápido e eficaz do Vírus Zika (ZIKAV) em pessoas, assim como a relação do vetor com os achados clínicos das crianças nascidas com microcefalia, o diagnóstico e a validação, a competência do vetor e plataformas inteligentes para monitoramento e integração das informações.

A substância 6-metilmercaptopurina ribosídica (6MMPr) foi testada em laboratório e mostrou-se eficaz em 99% das análises no Departamento de Virologia e Terapia Experimental da Fiocruz Pernambuco. O composto 6MMPr é menos tóxico para as células neurais, o que beneficia os tratamentos de infecções no sistema nervoso.

O próximo passo da pesquisa é avaliar as reações em organismo vivo, mas ainda serão necessários anos de estudo antes que o 6MMPr possa ser transformado em medicamento e produzido em grande escala. O estudo foi publicado na Revista Internacional de Agentes Antimicrobianos (International Journal of Antimicrobial Agents).

A descoberta

Os pesquisadores da FIOCRUZ trabalharam com 6MMPr em outro estudo para combater o vírus que causa cinomose canina, uma doença de cachorro provocada por um vírus de RNA, assim como o vírus Zika. Foi ai que surgiu a hipótese de que também funcionaria contra a Zika.

Os testes foram realizados em células epiteliais e neurais de macacos e humanos. Para cada mil vírus, 996 foram eliminados com o 6MMPr, que equivale a mais de 99%. Também descobriu-se que quanto maior a dose, maior a sua eficiência e, quanto mais cedo a substância começa a funcionar, maior será o seu sucesso.





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segunda-feira, 10 de julho de 2017

A parti de hoje, boletos vencidos podem ser quitados em qualquer banco

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A partir de hoje, boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) começa a adotar, de forma escalonada, uma plataforma de cobrança que permite a quitação de boletos em atraso em qualquer agência bancária.

Por enquanto, a novidade só estará disponível para os boletos de valor igual ou superior a R$ 50 mil. O valor mínimo será reduzido para R$ 2 mil em 11 de setembro, R$ 500 em 9 de outubro e R$ 200 em 13 de novembro. A partir de 11 de dezembro, boletos vencidos de todos os valores passarão a ser aceitos em qualquer banco.

A nova plataforma de cobrança permitirá a identificação do Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) do pagador, o que facilitará o rastreamento de pagamentos. Ao quitar o boleto, o próprio sistema verificará as informações. Se os dados do boleto coincidirem com os da plataforma, a operação é validada. Caso haja divergência nas informações, o pagamento só poderá ser feito no banco de origem da operação.

Conforme as datas de adoção da nova plataforma e as faixas de valores, os bancos deixarão de aceitar boletos sem o CPF ou o CNPJ do pagador. Os clientes sem esses dados serão contatados pelos bancos para refazerem os boletos.

De acordo com a Febraban, o atual sistema de cobrança funciona há mais de 20 anos e precisava ser atualizado. A previsão inicial era que o novo sistema entrasse em vigor em março para valores acima de R$ 50 mil, mas teve que ser adiada para este mês. Segundo a Febraban, o adiamento foi necessário para garantir a alimentação da plataforma de cobrança por todas as instituições financeiras.


[Agência Brasil]


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Boa noticia: Possível cura da diabetes é descoberta


Cientistas curaram diabetes em camundongos, marcando um grande avanço na luta contra a doença
Cientistas nos EUA dizem que fizeram um grande avanço na luta contra o diabetes, curando a condição em camundongos sem efeitos colaterais.



Uma nova técnica promissora desenvolvida nos EUA curou diabetes em camundongos. Imagem: iStock

A epidemia de diabetes da Austrália poderia estar um passo a mais, com uma nova e promissora técnica que cura a condição em camundongos.

Cientistas dos Estados Unidos anunciaram o avanço, que usa uma abordagem inovadora que pode eliminar a diabetes tipo 1 e ver injeções dolorosas de insulina tornando-se uma coisa do passado.

Os médicos do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas usaram um vírus como transportador para introduzir genes produtores de insulina no pâncreas de indivíduos com roedores.

O professor Ralph DeFronzo disse que os pesquisadores alteraram as células para secretar a insulina, mas apenas em resposta à glicose - imitando o comportamento das células beta do corpo.

O que é diabetes tipo 1?



O Dr. Bruno Doiron e o Dr. Ralph DeFronzo da UT Health San Antonio co-inventaram uma técnica patenteada que curou diabetes em camundongos por um ano sem efeitos colaterais. Imagem: UT Health San Antonio Fonte: Fornecido

Este estudo ultrapassa o sistema autoimune, alterando outras células pancreáticas para que possam coexistir com as defesas imunes - ao contrário das células beta, que são rejeitadas nos pacientes de Tipo 1.

No momento, a diabetes tipo 1 é tratada monitorando os níveis de glicose e injetando insulina artificial até quatro vezes ao dia. Embora a tecnologia tenha facilitado a gestão da condição, uma cura foi evasiva - até agora.

O co-inventor da patente, o professor Bruno Doiron, disse que os resultados nunca foram vistos antes.

"Funcionou perfeitamente", disse Doiron. "Nós curamos camundongos por um ano sem quaisquer efeitos colaterais".

O diabetes é tratado monitorando os níveis de glicose e injetando insulina artificial até quatro vezes ao dia. Imagem: iStock Fonte: fornecido

O Dr. Doiron previu a mesma resposta de baixo risco em humanos.


"Se um diabético tipo 1 tem vivido com essas células por 30, 40 ou 50 anos, e tudo o que estamos fazendo com que eles façam é secretar insulina, esperamos que não haja uma resposta imune adversa".

O Dr. DeFronzo disse que o mesmo método de tratamento foi aprovado quase 50 vezes pela US Food and Drug Administration para tratar várias condições, incluindo doenças infantis raras.

Embora sejam os primeiros dias, as aplicações potenciais são promissoras e os pesquisadores agora realizarão um estudo sobre animais maiores antes de qualquer mudança para ensaios humanos.



Os cientistas curaram ratos de diabetes por um ano sem efeitos colaterais e estão confiantes de que o resultado pode ser replicado em seres humanos. Imagem: Arquivo Fonte: News Limited

A diabetes tipo 2 é a condição crônica de crescimento mais rápido na Austrália, aumentando a uma taxa mais rápida do que a doença cardíaca e o câncer.

Na Austrália, cerca de 1,7 milhão de pessoas foram gravadas como portadoras de diabetes em 2015, de acordo com Diabetes Austrália, e mais de 280 pessoas a desenvolverem a cada dia.

O maior efeito colateral do diabetes é a hipoglicemia, quando o nível de glicose na corrente sanguínea está em níveis anormalmente baixos.

Pode ter efeitos colaterais graves, incluindo convulsões, incapacidade de comer ou beber e inconsciência.

A nova terapia regulou precisamente o açúcar no sangue dos camundongos - um desenvolvimento importante em relação à terapia tradicional com insulina.

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via news.com.au

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terça-feira, 20 de junho de 2017

Anjos da Enfermagem fazem festa junina para crianças do Oswaldo Cruz


Os Anjos da Enfermagem entram no clima junino e se caracterizam de matutos para comemorar o São João e o São Pedro no hospital do Bem, o Oswaldo Cruz, próximo dia 28. As crianças do setor oncológico serão as contempladas com comidinhas juninas e muita bricadeira. A festa faz parte das ações solidárias realizadas pelo Instituto Anjos da Enfermagem, uma organização social sem fins lucrativos, fundada em 2004, que se dedica à promoção e humanização da saúde.


Além dos Anjos da Enfermagem, formado pelo alunos da instituição do Bem no Recife, a Universidade Salgado de Oliveira; as ações contam com a presença das Conselheiras do Coren-PE, a coordenadora estadual dos Anjos, Dra. Emanuela Rozeno; a subcoordenadora estadual dos Anjos, Andreza Barboza; e a coordenadora local, Dra Ana Paula Ochoa.



"Trabalhamos de forma lúdica a saúde das crianças atendidas pelos hospitas do Bem, que são as instituições parceiras em cada Estado, além de alegrar o dia a dia delas durante seus internamentos", explica a Dra Ana Paula Ochoa. Em Pernambuco, as ações são realizadas em parceria com o hospital Oswaldo Cruz e com a Universidade Salgado de Oliveira, instituição de ensino que fornece seus alunos para a seleção dos Anjos da Enfermagem, desde 2009.



Sobre o projeto Anjos da Enfermagem


Criado a partir de um trabalho de conclusão de curso da então aluna de enfermagem, Jakeline Duarte, no Cariri, abraçado pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) qu levou para todos os Estados da Federação através dos seus conselhos regionais (COREN).


Em Pernambuco, o projeto é desenvolvido pelo Conseho Regional de Enfermagem (COREN-PE) e Universidade Salgado de Oliveira (Universidade do Bem), no hospital Oswaldo Cruz (Hospital do Bem), sendo este projeto cadastrado na plataforma Transforma Recife.


Blog do Brother com assessoria

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terça-feira, 6 de junho de 2017

Poupança tem resultado positivo pela primeira vez em 2017


Banco Central


Diante da melhora no ambiente econômico, poupança voltou a ter atratividade e registrou mais depósitos do que saques em maio


Arquivo EBC
Em maio, menos investidores retiraram da poupança para cobrir dívidas


Pela primeira vez no ano, os depósitos em poupança superaram as retiradas e a aplicação registrou resultado positivo. Em maio, a captação líquida da poupança (depósitos menos retiradas) foi de R$ 292,6 milhões. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (6) pelo Banco Central.

Diante do cenário recessivo da economia nos últimos dois anos, os saques de poupança superaram os depósitos frente a necessidade dos investidores dessa modalidade de aplicação em cobrir dívidas.

Com as reformas econômicas e a queda da inflação, a poupança passou a ficar mais atrativa, já que a taxa Selic, hoje em 10,25% ao ano, possui impacto sobre o rendimento dessas aplicações.

Para este ano, a expectativa do mercado financeiro é de que a taxa básica de juros fique em 8,50% ao ano.

Com esse resultado, o volume total das aplicações na caderneta de poupança está em R$ 665,5 bilhões, enquanto no mês passado esse estoque foi de R$ 661,9 bilhões.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Banco Central



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terça-feira, 11 de abril de 2017

Brasileiros levam arte e esperança para refugiados sírios no Líbano

Os grafiteiros Rimon Guimarães e Zéh Palito estão pintando campos de refugiados, além de promoverem aulas de artes para crianças e adolescentes

CURITIBA, 10/04/2017 - No ano de 2011, teve início um dos relatos mais tristes da história da humanidade: a Guerra na Síria. Em 6 anos, os conflitos tiraram a vida de mais de 400 mil pessoas, além de tirar de casa mais de 11 milhões de pessoas e gerar o número alarmante de 5 milhões de refugiados. Mas ao mesmo tempo que assustam, esses dados da tragédia geraram uma onda de solidariedade em todo o mundo, inclusive no Brasil.

No último final de semana, a dupla brasileira de grafiteiros Cosmic Boys, formada pelos jovens artistas Rimon Guimarães e Zéh Palito, desembarcou no Líbano, país que faz fronteira com a Síria e que recebeu quase 2 milhões de refugiados, para levar arte e esperança aos refugiados com o projeto Cosmic Future. A ação faz parte do CONEXUS,projeto coletivo de arte contemporânea nômade, com curadoria da gaúcha Sheila Zago, que viaja pelo mundo promovendo artistas e desenvolvendo programas educacionais com parceiros locais. Desde o último domingo (09), os artistas, naturais de Curitiba (PR), estão pintando escolas e alojamentos, e estão desenvolvendo oficinas de arte para crianças e adolescentes em campos de refugiados na província de Beqaa.

Além dos artistas curitibanos, integram o projeto a documentarista francesa Agathe Champsaur e a artista síria Anas Albraehe. “Em um momento de forte fluxo de imigração devido a conflitos internacionais, as pessoas procuram oportunidades para sobreviver, lugares para viver - esperar ou começar uma nova vida. Muitos acabam vivendo em condições não ideais entre campos de refugiados e assentamentos, onde a educação não é facilmente acessada e as crianças e adolescentes muitas vezes deixam de estudar. Nesse contexto, o Projeto CONEXUS está desenvolvendo programas educativos para atender jovens, tendo a arte como conector central dos projetos”, explica Sheila Zago.

Além disso, a curadora do projeto explica que as aulas de arte são ferramentas terapêuticas, que também tornam esses espaços temporários mais coloridos, divertidos e leves. “Acreditamos que a arte pode trazer algum alívio, perspectiva e habilidades para tornar a espera dessas pessoas menos dolorosa, bem como dar para eles uma voz para expressar o que estão experimentando. Queremos nos envolver com crianças e adolescentes refugiados que vivem nesses espaços, tentando transformar suas expectativas de baixa vida em esperança de um futuro brilhante”, completa. Nos próximos dias, o grupo pretende entrar em território sírio, deixando um rastro de solidariedade, cores e alegria pelo país.Como é realizado de forma voluntária, o projeto depende de doações para cobrir despesas com transporte, alojamento, alimentação e materiais para o desenvolvimento das ações. As doações podem ser feitas pelo site Generosity (www.generosity.com/education-fundraising/cosmic-future-making-art-with-young-refugees). 









O grupo vai recompensar os doadores com obras especiais. Mais informações pelo e-mail conexusprojectinfo@gmail.com ou na página oficial do Conexus no Facebook (www.facebook.com/conexusproject).

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Petrobras reduz em 4% preço do GLP de uso industrial e comercial

A Petrobras reduziu em 4%, em média, os preços de comercialização do gás liquefeito de petróleo (GLP) destinado aos usos industrial e comercial. A redução entrará em vigor no sábado (8) e atinge também a venda a granel às distribuidoras.

Já os preços de GLP para uso residencial, vendido em botijões de até 13 quilos, conhecido como gás de cozinha, não terão alteração. O último reajuste deste produto ocorreu no dia 17 de março, quando a companhia anunciou aumento médio de 9,8%, que entrou em vigor no último dia 21.


Agência Brasil