A indústria brasileira começou a dar os primeiros passos rumo a uma retomada efetiva com capacidade de alavancar os demais setores da economia em 2019. Para que as fábricas voltem a operar a todo vapor, especialistas afirmam que é necessário ainda recuperar a confiança dos empresários e reduzir a ociosidade do setor.
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a produção industrial cresceu 1,8% entre janeiro e outubro deste ano. "Estamos retomando, ainda longe dos picos de 2013 e 2014, mas correndo atrás disso para recuperar a atividade”, avalia André Rebelo, assessor de assuntos estratégicos da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
A sinalização da retomada também pode ser observada pela GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação), que aponta para o crescimento de 19,4% no lançamento de novos produtos de janeiro a novembro deste ano.
Marina Pereira, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da GS1, afirma que o indicador mede a intenção de colocar novos itens no mercado e funciona como uma projeção para os próximos meses nas fábricas.
"Esse número mostra a evolução da indústria na intenção de lançar novos produtos. Significa dizer que as empresas estão renovando seu portfólio de produtos e investindo mais para alcançar seus clientes”, observa Marina.
Diante das expectativas de recuperação do ramo industrial, a tendência indica para o crescimento escalonado dos demais setores da economia nacional.
Em outubro, 77% das áreas produtivas estavam em uso
"A indústria tem uma ligação muito grande com os outros setores, com muito fornecedores na agroindústria, no setor de serviços e no próprio setor industrial e também na distribuição e no varejo”, explica Rebelo, que cita a confiança dos empresários como um dos fatores essenciais para o crescimento efetivo do ramo.
“Uma vez que a indústria investe mais, consequentemente, isso estimula mais a venda, porque o poder aquisitivo do consumidor aumenta e ele compra mais”, destaca a gerente de pesquisa e desenvolvimento da GS1.
Emprego
Até o mês de outubro, a indústria de transformação soma a criação de 145.337 postos de trabalho com carteira assinada, segundo números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho...Saiba mais no R7
Do R7
imagem Pixabay
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a produção industrial cresceu 1,8% entre janeiro e outubro deste ano. "Estamos retomando, ainda longe dos picos de 2013 e 2014, mas correndo atrás disso para recuperar a atividade”, avalia André Rebelo, assessor de assuntos estratégicos da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
A sinalização da retomada também pode ser observada pela GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação), que aponta para o crescimento de 19,4% no lançamento de novos produtos de janeiro a novembro deste ano.
Marina Pereira, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da GS1, afirma que o indicador mede a intenção de colocar novos itens no mercado e funciona como uma projeção para os próximos meses nas fábricas.
"Esse número mostra a evolução da indústria na intenção de lançar novos produtos. Significa dizer que as empresas estão renovando seu portfólio de produtos e investindo mais para alcançar seus clientes”, observa Marina.
Diante das expectativas de recuperação do ramo industrial, a tendência indica para o crescimento escalonado dos demais setores da economia nacional.
Em outubro, 77% das áreas produtivas estavam em uso
"A indústria tem uma ligação muito grande com os outros setores, com muito fornecedores na agroindústria, no setor de serviços e no próprio setor industrial e também na distribuição e no varejo”, explica Rebelo, que cita a confiança dos empresários como um dos fatores essenciais para o crescimento efetivo do ramo.
“Uma vez que a indústria investe mais, consequentemente, isso estimula mais a venda, porque o poder aquisitivo do consumidor aumenta e ele compra mais”, destaca a gerente de pesquisa e desenvolvimento da GS1.
Emprego
Até o mês de outubro, a indústria de transformação soma a criação de 145.337 postos de trabalho com carteira assinada, segundo números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho...Saiba mais no R7
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